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COVID-19 – HIGIENIZAÇÃO INTERNA DE SEU MEIO DE TRANSPORTE – OXIDO SANITIZAÇÃO – BIOSSEGURANÇA

A preocupação em prevenir o contágio pelo coronavírus, fez a procura pelos serviços de higienização por  oxido sanitização (Ozônio O³) disparar no Brasil em meios de transportes. Estes serviços têm atraído o interesse para este setor pois são excelentes formas de  exterminar micro-organismos como bactérias, fungos, ácaros e inclusive vírus no interior do habitáculo e até mesmo odores. Pode ser utilizado em ônibus, vans, carros, caminhões, lanchas, iates e muito mais…

Com a pandemia e  restrições à circulação, pessoas começaram preservar muito mais pela higienização interna veicular, aérea e náutica.  Não são apenas clientes pessoas físicas, mas também empresas de transporte individual que optaram por utilizar os aparelhos geradores de ozônio da marca OZONIC, pioneira no Brasil, com mais de 30 anos de mercado e a única que oferece 2 (dois) anos de garantia, o qual utiliza a oxido sanitização para matar micro-organismos  e assim garantir uma qualidade de bem estar e segurança em seu transporte aos seus usuários.

  • Ação efetiva comprovada contra bactérias, fungos e vírus
  •  Ação rápida ao longo do processo de desinfecção
  •  Não possui efeito residual;
  •  Ampla dispersão no ambiente de aplicação 
  •  Sem riscos de falhas na aplicação;
  •  Não oferece risco às pessoas;

Consulte:  Distribuidor autorizado Ayzer Soluções Integradas – Biossegurança www.ayzer.com.br  

Ozônio no Ambiente Hospitalar e Higienização de Roupas Frente ao Combate do Coronavirus

O Ozônio é um poderoso desinfetante que existe na natureza, sem resíduos ou contraindicações. Pode ser aplicado em diversos setores: altamente indicado para hospitais, restaurantes, escolas, hotéis, empresas e residências.

Países como: EUA, Espanha, Inglaterra, Alemanha, entre outros, prevê a utilização de Ozônio na substituição de produtos químicos tradicionais, de forma ecológica é possível combater: bactérias, vírus, esporos e fungos. Assim como neutraliza odores da matéria em decomposição.

O Ozônio é altamente desinfetante e oxidante, tem a capacidade de destruir agentes patogênicos, como: Giardia, Salmonella, E-coli, Listeria e Cryptosporidium. Elimina estafilococos, bacilos do cólon, estreptococos, toxinas do tétano etc. 

Quando utilizado na água reduz os ciclos de lavagem realiza uma desinfecção eficaz em vestuário hospitalar: lençóis, pijamas, camisolas, cobertores etc. A adição de produtos químicos durante a lavagem é muito menor.

Para áreas que possuem odores fortes como depósitos de lixo e banheiros a ação do Ozônio no ar confere limpeza e oxigenação dentro das instalações. Isso se aplica também a cozinhas, pois além da melhora da qualidade do ar, livra o ambiente de vírus, bactérias e fungos. 

No ambiente hospitalar a instalação de geradores de ozônio é altamente recomendada para: 

  • Salas de espera: evita a transmissão de doenças entre os pacientes e acompanhantes;
  • Centro cirúrgico: reduz o risco de contaminações e infecções;
  • UTI: reduzir contaminantes e potencializa a oxigenação do ambiente.

A Anvisa recomenda o uso de geradores de Ozônio por sua ação microbicida, desodorante e aumento de oxigenação. 

Para ambientes hospitalares o uso do ozônio é uma forma ecológica de tratar tanto o ar do ambiente, como a água utilizada.

AYZER firma acordo como distribuidor autorizado OZONIC para o Sul do País

AYZER e OZONIC firmaram acordo para direcionar e apoiar Soluções Integradas de Biossegurança principalmente no combate preventivo do coronavírus. Fundada em 1989, a Ozonic é pioneira na fabricação de Geradores de Ozônio e possui tecnologia 100% própria. A OZONIC é Membro da International Ozone Association e segue à risca a Filosofia Kaizen (melhoria constante) e desenvolve equipamentos para indústrias, hotéis, hospitais e agricultura, dentre outros, na utilização de Ozônio. O acordo da AYZER e a OZONIC contempla  a distribuição de produtos para o Sul do país e soluções integradas de biossegurança, projetos e atuação em desinfecção hospitalar e veterinária, Higienização de ambiente e veicular, sistemas de Efluentes e sistemas CIP – Cleaning in Place  no qual o processo de limpeza é totalmente automático por meio do sistema de controle que representam níveis  elevados de efetividade, duração e sequência dos meios a serem limpos. Mais informações: contato@ayzer.com.br

OZÔNIO EM ÉPOCA DE PANDEMIA

Prof. Dr. Lauber Martins

Estamos vivendo em tempos extremamente desafiadores que têm exigido tomadas de decisões rápidas com o potencial de consequências duradouras. Estamos todos de uma forma ou de outra envolvidos na batalha contra o novo Coronavírus, causador da COVID-19. 

Infecções virais podem ser contraídas em ambientes e espaços onde há grande concentração ou circulação de pessoas como por exemplo hotéis, escolas, creches, restaurantes, transporte, espaço público e hospitais. Isto se deve a presença de diferentes mircroorganismos no ar de tais ambientes como o influenza (gripe), rinovírus o que geralmente causa o resfriado comum (aumentando o risco de contrair doenças bacterianas como pneumonia), adenovírus (causadores de conjuntivite e bronquite) e enterovirus (principal agente causador da meningite viral).

Várias medidas podem ser tomadas para combater o contágio em ambientes fechados, desde o uso de equipamentos de proteção pessoal (a etiqueta respiratória) a limpeza e desinfecção constante de superfícies com desinfetantes, como o álcool ou hipoclorito de sódio e o tratamento do ar. Embora efetivo, hipoclorito de sódio é agressivo a mucosas e também é corrosivo e a desinfecção com álcool exige a fricção de todas as superfícies por 30 segundos, ambos exigindo profissional treinado, paramentado, seguindo estritamente as normas de desinfecção de ambientes, ou seja, é pessoa dependente. Dessa forma, o tratamento do ar ainda é altamente indicado para a desinfecção de ambientes e de superfícies. O gás ozônio (O3) tem a capacidade de destruir ou desatiar vírus e bactérias e por estar no estado gasoso, tem a capacidade de alcançar regiões de difícil acesso onde a desinfecção convencional não alcança com facilidade.  

O ozônio neutraliza bactérias através da oxidação de camada fosfolipídica e lipoproteica da membrana celular bacteriana causando sua destruição. O ozônio inibe o crescimento de fungos em certos estágios. Em vírus, o ozônio ainda danifica a camada lipoproteica que envolve o seu material genético interferindo no ciclo reprodutivo do vírus interferindo no contato vírus-célula [1]. Estudos científicos estão sendo realizados do efeito do ozônio contra o coronavírus, porém  sua eficácia contra os demais micro-organismos já comprovados o torna relevante para a desinfecção e esterilização de ambientes onde haja a circulação de pessoas no caso de hotéis.

[1] Elvis AM, Ekta JS. Ozone therapy: A clinical review. J Nat Sci Biol Med. 2011;2(1):66–70. doi:10.4103/0976-9668.82319

Ayzer Soluções Integradas firma parceria com o Prof. Dr Lauber Martins da Andrews University (Michigan, Estados Unidos)”

Dr Lauber Martins é Engenheiro Mecânico formado pela Universidade Federal do Paraná e também Mestre em Engenharia Mecânica com especialização em processos térmicos e químicos formado pela mesma Universidade. Em 2012 se formou doutor em engenharia mecânica pela Florida State University (Estados Unidos) onde também atuou como um dos pesquisadores do Center for Advanced Power Systems – CAPS. Logo em seguida, inciou o pós-doutorado no Departamento de Engenharia Mecânica e Aeronáutica na University of Pretoria (África do Sul) e depois de concluído o pós-doutorado assumiu a posição de Professor do mesmo departamento onde teve oportunidade de supervisionar trabalhos de design e pesquisas e ministrar aulas para a pós-graduação. Em 2016, voltou para os Estados Unidos e assumiu a posição de Professor do Departamento de Física da Andrews University (Michigan, Estados Unidos), onde supervisionou trabalhos de pesquisas e design dos departamentos de Física e Engenharia Mecânica e também supervisionou trabalhos de pós-doutorado.

Volvo vai fornecer carros autônomos para a Uber no ano que vem

Modelo deve ser o XC90 – Foto Divulgação

Empresa sueca também anunciou carros parceria com a chinesa Baidu para desenvolver carros elétricos  

A Volvo vai fornecer carros autônomos para a Uber a partir de 2019.

O anúncio foi feito nesta sexta-feira, 03 de novembro de 2018, pelo presidente-executivo da montadora sueca, Hakan Samuelsson.

A Uber e a Volvo tinham anunciado no ano passado um acordo para o fornecimento de 24 mil unidades do modelo XC90, com condução autônoma.

Entretanto, em março, o acordo foi suspenso após um carro usado nos testes atropelar e matar uma pessoa.

Mas de acordo com Samuelsson, as tratativas foram retomadas depois dos ajustes técnicos.

CARROS ELÉTRICOS PARA AUTÔNOMOS DA BAIDU:

A Volvo também anunciou parceria com a empresa chinesa de internet e tecnologia Baidu.

A montadora vai atuar no desenvolvimento de carros elétricos no programa de transportes autônomos da gigante asiática.

Os veículos vão utilizar um novo modelo de bateria que deve ser lançado pela Volvo em 2020, mas não está descartado também o desenvolvimento de um modelo específico para os serviços autônomos da Baidu.

Os carros estão sendo chamados de robotáxis no projeto e devem compor a frota da empresa de tecnologia.

É a primeira vez que uma empresa que não é chinesa coopera com a Baidu nesta escala no programa de carros autônomos.

Informações publicadas por Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes em Diário do Transporte.

Demanda por empregos relacionados à eficiência energética deve triplicar até 2030, aponta pesquisa

 

Fonte:https://noticias.portaldaindustria.com.br/noticias/educacao/demanda-por-empregos-relacionados-a-eficiencia-energetica-deve-triplicar-ate-2030-aponta-pesquisa/

A busca pela eficiência energética cresce no Brasil e, com ela, a demanda por profissionais capacitados. Em tempos de desemprego alto no país, o setor de energia está em pleno crescimento e pode ser uma opção para o trabalhador que busca qualificação e ocupação. De 2018 até 2030, o número de empregos diretos ligados à área deve passar dos 136 mil atuais para 452 mil em 2030, se o Brasil atingir a meta assumida na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP 21). A ideia de eficiência energética é o melhor uso dos recursos disponíveis. Por isso, a introdução de energias renováveis – como a fotovoltaica, eólica e biomassa – podem ser importantes aliados na busca  por efetividade.

Os números fazem parte da Pesquisa sobre o Potencial de Empregos Gerados na Área de Eficiência Energética no Brasil lançada no escritório da Confederação Nacional da Indústria (CNI) de São Paulo, durante a Conferência Profissionais para Energias do Futuro. O evento discute o setor de energia do futuro, educação e capacitação e é promovido pela Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Ministério da Educação e Ministério de Minas e Energia.

“O que a gente observou pela pesquisa é que alguns não são empregos novos, os profissionais precisam se especializar na parte da eficiência energética”, destacou Alexandre Schinazi, consultor da Mitsidi Consultoria e responsável pelo estudo.

O SENAI possui 24 cursos em energias renováveis em 12 estados brasileiros e para distintas escolaridades. São cursos para os perfis de Instalador, Confeccionador de componentes, Reparador, Técnico e Especializações Técnicas e Tecnológicas. Segundo pesquisa do SENAI, aproximadamente 70% dos egressos estão trabalhando ou fazendo algum estágio. O mesmo levantamento mostrou que 53,6% recebem mais de dois salários-mínimos – sendo que 20,9% ganham mais de cinco salários mínimos; 17,1% entre três e cinco salários mínimos; e 15,7%, entre dois e três salários mínimos.

O mercado de trabalho vai crescer muito. Mas o mercado que nos interessa não é o cortador de cana para produzir etanol, mas sim, o profissional de ponta. Os profissionais para a energia do futuro serão cientistas de dados, eles terão que entender a demanda, os custos e buscar a eficiência”, disse Ricardo Abramovay, professor da Universidade de São Paulo (USP).

QUALIFICAÇÃO – Em 2017, mais de 3,6 mil pessoas se qualificaram na área pelo SENAI. Os cursos são oferecidos nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Tocantins.

Até junho de 2018, mais de 1,8 mil pessoas foram matriculadas nos cursos do SENAI pelo país. Os cursos do SENAI já foram revisados para atender aos pressupostos das tecnologias habilitadoras da Indústria 4.0.

“As vagas de emprego disponíveis são de todos os níveis. Um caminho é a gente especializar as profissões tradicionais. Os profissionais de eletroeletrônica, por exemplo, têm que fazer especialização para que ele possa trabalhar no setor de eficiência energética. São cursos de formação inicial, de qualificação profissional, técnicos em eficiência energética, e cursos superiores”, detalha Felipe Morgado, gerente-executivo de Educação Profissional e tecnológica do SENAI.

De 2012 a 2018, o potencial instalado acumulado de energia fotovoltaica (FV) passou de 7,2 MW para 1,3 GW, de acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Já o de energia eólica passou de 2,5 GW para 13,1 GW, segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica).

É esperado que essa tendência de crescimento continue. O Plano Decenal de Expansão de Energia da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), por exemplo, indica que, de 2016 a 2026, o Brasil deve crescer 140% na capacidade instalada para energia eólica, com previsão de 28,5 GW em 2026, enquanto a solar deve atingir 9,6 GW. Isso sem contar a geração distribuída, ou seja, o consumidor brasileiro pode gerar a própria energia a partir de fontes renováveis e fornecer o excedente para a rede de distribuição elétrica de sua localidade.

 

 

BRASIL TERÁ CENTRO DE PESQUISA DE ALTA VELOCIDADE

Hyperloop assinou um acordo para instalação de um centro de pesquisa e desenvolvimento em Minas Gerais.

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) assinou acordo com a empresa Hyperloop Transportation Technologies para instalação de um centro de pesquisa e desenvolvimento em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. A proposta é desenvolver um sistema de transporte por tubos de altíssima velocidade, capaz de atingir 1,2 mil quilômetros por hora.

Segundo o CEO da Hyperloop, Bipob Gresta, o sistema de transporte utiliza plataformas elevadas e foi desenvolvido para funcionar sem o atrito e a resistência do ar. Isso permite que cápsulas com carga ou pessoas se movimentem mais rapidamente, sem gastar muita energia. A tecnologia envolve ainda levitação magnética e bombas de vácuo para retirar quase todo o ar dos tubos.

“ISSO COLOCA O PAÍS NO MAPA DE DESENVOLVIMENTO DE SOLUÇÕES DE PONTA”

Tecnologia

“É uma tecnologia de ponta que poderá revolucionar todo o transporte de pessoas e de cargas no nosso país”, disse o diretor de Desenvolvimento Produtivo e Tecnológico da ABDI, Miguel Antônio Nery. “Nossa expectativa é que isso sinalizará para o país um novo cenário em termos de solução tecnológica e logística em transporte”, completou.

Durante a cerimônia de assinatura de memorando de entendimento, o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge de Lima, mostrou-se entusiasmado com as possibilidades em aberto mediante o acordo. “Isso coloca o país no mapa de desenvolvimento de soluções de ponta em transporte e logística”, destacou Lima.

POR INSTITUTO DE ENGENHARIA

Publicado em 10 de abril de 2018

1ª CASA FAMILIAR CERTIFICADO LEED – RESIDÊNCIA UNIFAMILIAR SUSTENTÁVEL

Será apresentado aos colegas engenheiros a construção de uma residência sustentável (case HCL, 2º Lugar no prêmio Saint Gobain, Categoria Profissional – Edificação Residencial) utilizando o Referencial GBC CASA v1 GOLD na Vila Nova Conceição, São Paulo. A residência aplicou técnicas como jardim com vegetação nativa, sistemas economizadores de água e energia, painéis solares e fotovoltaicos, tecnologias de purificação do ar no sistema de ar condicionado e realizou outros trabalhos como a Análise do Ciclo de Vida da residência e cuidados para manter tanto a água quanto o ar livres de contaminantes.

  • Palestrantes:

Engº Eduardo Straub

Engenheiro Civil formado pela Escola de Engenharia Mauá, Pós Graduado em Gestão Ambiental pelo SENAC, curso de especialização em Construções Sustentáveis pelo GBC Brasil, Master em Gestão de Sustentabilidade pela FGV-SP, LEED AP BD+C, WELL Faculty, WELL AP,  Fitwel Ambassador, membro e participante dos comitês do CBCS – Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, participante dos comitês das Certificações GBC Casa e Zero Energy e presidente do Comitê de Qualidade do Ar para adaptação da Certificação WELL na América Latina. Como engenheiro civil atuou nas áreas de planejamento, suprimentos, qualidade e gerenciamento para obras industriais, estação de tratamento de água e usinas termoelétrica e eólica. Como consultor de obras sustentáveis, atua desde 2009 com as certificações de empreendimentos que buscam selos verdes.

Henrique Cury

Diretor do Grupo EcoQuest. Formado em Administração de Empresas com pós-graduação em Relações Internacionais pela Universidade de São Paulo. Totalmente envolvido  com soluções sustentáveis, atua como Conselheiro da ABRAVA sendo  membro desde 2005. Além disso foi presidente do Qualindoor (Departamento Nacional de Qualidade do Ar de Interiores) e membro ativo do GBC Brasil onde faz parte do conselho no segmento de Qualidade de Ar e da SBCC  (Sociedade Brasileira de Controle de Contaminação)

 

  • Realização:

Eng. Jerônimo Cabral P. Fagundes Neto  –  Vice-Presidente de Atividades Técnicas

Eng. Roberto Kochen –  Diretor do Depto. de Engenharia do Habitat e Infraestrutura

Eng. José Manoel de O. Reis  –  Coord. da DT de Construção Sustentável e Meio Ambiente

HORA  (Quarta-feira) 19:30 – 21:00

LOCAL  Instituto de Engenharia – Av. Dr. Dante Pazzanese, 120 – V. Mariana – SãoPaulo / SP

 

Por INSTITUTO DE ENGENHARIA / CREA SP

Publicado em 10 de abril de 2018.

TESLA VAI CONSTRUIR MAIOR BATERIA ÍON-LÍTIO DO MUNDO NA AUSTRÁLIA

Em setembro de 2016, uma tempestade prejudicou gravemente toda a infraestrutura de energia elétrica da Austrália do Sul, deixando 1,7 milhão de moradores do estado sem eletricidade. Outros apagões também ocorreram na região devido ao calor do verão australiano no início de 2017. Em resposta para estas questões, o governo sul-australiano, que já é líder em energia renovável, buscou uma solução sustentável para garantir a segurança energética a todos os seus moradores, agora e no futuro, exigindo expressões de interesse em implantar opções de armazenamento de energia em larga escala com pelo menos 100 megawatts (MW) de capacidade.

Através de um processo de licitação competitiva, a Tesla foi selecionada para fornecer um sistema Powerpack de 100 MW/129 MWh para ser emparelhado com um parque eólico da empresa de energia mundial Neoen Hornsdale, perto de Jamestown, Austrália do Sul. A Tesla ficará encarregada por todo o componente do sistema de armazenamento de energia do projeto.

O Tesla Powerpack será carregado com a energia renovável do parque eólico de Hornsdale e, em seguida, fornecerá eletricidade durante as horas de pico para ajudar a manter a operação confiável da infraestrutura elétrica. O sistema Tesla Powerpack transformará toda a produção e distribuição de energia renovável mais resiliente e moderna.
Após sua conclusão, prevista para dezembro de 2017, o sistema será o maior projeto de armazenamento de bateria de íon-lítio no mundo e fornecerá energia suficiente para mais de 30 mil lares, número igual à quantidade de casas que perderam energia durante o período do apagão.

O projeto de armazenamento de energia em larga escala não é apenas sustentável, mas ajudará a resolver a falta de energia, reduzir as intermitências e gerenciar a carga máxima do verão para melhorar a confiabilidade da infraestrutura elétrica da Austrália do Sul. Além disso, vem crescendo rapidamente o número de instalações de baterias residenciais em toda a Austrália. A mesma tecnologia que pode ajudar a estabilizar a rede da Austrália do Sul também pode ser usada pelos próprios proprietários para coletar energia durante o dia para que ela seja armazenada e disponibilizada ininterruptamente dia e noite.

 

POR CICLO VIVO
Publicado em 12 de julho de 2017

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