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Seminário Científico Encatho 2019 – Soluções e Inovações para Hotelaria

Promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Santa Catarina- ABIH-SC, o Encontro Catarinense de Hoteleiros- Encatho & Exprotel chega à 32ª edição e acontecerão nos dias, 13, 14 e 15 de agosto de 2019. O objetivo é apresentar as inovações, tendências e perspectivas para a hotelaria e o turismo, sem esquecer que a principal ferramenta de hospitalidade continua sendo o ser humano. O evento irá oportunizar  negócios, qualificação, novidades em produtos e serviços, atualização na operação, gerar networking e divulgar as potencialidades do turismo nacional. (FONTE: http://encatho.com.br/)

Com presença confirmada, Prof. Julio ministrará  o tema: Como obter maior eficiência e reduzir perdas utilizando a sistemática do Design for Service – DFS , no dia 15 de agosto de 2019.

Confira a programação: http://encatho.com.br/programacao/

Faça já a sua inscrição: https://abihsc.iweventos.com.br/evento/encathoeexprotel/home

Como obter maior eficiência e reduzir perdas utilizando a sistemática do Design for Service – DFS

Se inovar é preciso, saber onde e como utilizar produtos/serviços e processos é fundamental para garantir o sucesso de qualquer iniciativa nos empreendimentos. Manter o domínio de processos não é uma tarefa simples. A solução para essa questão, passa pela gestão de projetos utilizando uma metodologia DFS. Essa extraordinária força de planejamento, execução, supervisão, recursos técnicos e equipamentos da organização inclui diversos procedimentos até mesmo legais que auxiliam a prever e solucionar os problemas antes mesmo de surgirem, minimizando assim  possíveis prejuízos e propiciando a redução de  custos. Para isto após vários anos de pesquisa em sua tese de doutorado na UFSC o Prof JC Berndsen está lançando seu novo e-book. Inovação Produtos & Serviços Um modelo utilizando o DFS.

Vale apena conferir!!

Eficiência Energética em Edificações

O processo de globalização e a instauração de uma economia altamente competitiva vêm exigindo das empresas maior eficiência em suas atividades. O uso eficiente da energia elétrica não significa apenas uma redução nas despesas, mas também redução nos impactos ambientais. Além disso, a eficiência energética muitas vezes está ligada a melhoria na qualidade do ambiente de trabalho e do processo produtivo. Fonte: http://www.labeee.ufsc.br/

Demanda por empregos relacionados à eficiência energética deve triplicar até 2030, aponta pesquisa

 

Fonte:https://noticias.portaldaindustria.com.br/noticias/educacao/demanda-por-empregos-relacionados-a-eficiencia-energetica-deve-triplicar-ate-2030-aponta-pesquisa/

A busca pela eficiência energética cresce no Brasil e, com ela, a demanda por profissionais capacitados. Em tempos de desemprego alto no país, o setor de energia está em pleno crescimento e pode ser uma opção para o trabalhador que busca qualificação e ocupação. De 2018 até 2030, o número de empregos diretos ligados à área deve passar dos 136 mil atuais para 452 mil em 2030, se o Brasil atingir a meta assumida na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP 21). A ideia de eficiência energética é o melhor uso dos recursos disponíveis. Por isso, a introdução de energias renováveis – como a fotovoltaica, eólica e biomassa – podem ser importantes aliados na busca  por efetividade.

Os números fazem parte da Pesquisa sobre o Potencial de Empregos Gerados na Área de Eficiência Energética no Brasil lançada no escritório da Confederação Nacional da Indústria (CNI) de São Paulo, durante a Conferência Profissionais para Energias do Futuro. O evento discute o setor de energia do futuro, educação e capacitação e é promovido pela Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Ministério da Educação e Ministério de Minas e Energia.

“O que a gente observou pela pesquisa é que alguns não são empregos novos, os profissionais precisam se especializar na parte da eficiência energética”, destacou Alexandre Schinazi, consultor da Mitsidi Consultoria e responsável pelo estudo.

O SENAI possui 24 cursos em energias renováveis em 12 estados brasileiros e para distintas escolaridades. São cursos para os perfis de Instalador, Confeccionador de componentes, Reparador, Técnico e Especializações Técnicas e Tecnológicas. Segundo pesquisa do SENAI, aproximadamente 70% dos egressos estão trabalhando ou fazendo algum estágio. O mesmo levantamento mostrou que 53,6% recebem mais de dois salários-mínimos – sendo que 20,9% ganham mais de cinco salários mínimos; 17,1% entre três e cinco salários mínimos; e 15,7%, entre dois e três salários mínimos.

O mercado de trabalho vai crescer muito. Mas o mercado que nos interessa não é o cortador de cana para produzir etanol, mas sim, o profissional de ponta. Os profissionais para a energia do futuro serão cientistas de dados, eles terão que entender a demanda, os custos e buscar a eficiência”, disse Ricardo Abramovay, professor da Universidade de São Paulo (USP).

QUALIFICAÇÃO – Em 2017, mais de 3,6 mil pessoas se qualificaram na área pelo SENAI. Os cursos são oferecidos nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Tocantins.

Até junho de 2018, mais de 1,8 mil pessoas foram matriculadas nos cursos do SENAI pelo país. Os cursos do SENAI já foram revisados para atender aos pressupostos das tecnologias habilitadoras da Indústria 4.0.

“As vagas de emprego disponíveis são de todos os níveis. Um caminho é a gente especializar as profissões tradicionais. Os profissionais de eletroeletrônica, por exemplo, têm que fazer especialização para que ele possa trabalhar no setor de eficiência energética. São cursos de formação inicial, de qualificação profissional, técnicos em eficiência energética, e cursos superiores”, detalha Felipe Morgado, gerente-executivo de Educação Profissional e tecnológica do SENAI.

De 2012 a 2018, o potencial instalado acumulado de energia fotovoltaica (FV) passou de 7,2 MW para 1,3 GW, de acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Já o de energia eólica passou de 2,5 GW para 13,1 GW, segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica).

É esperado que essa tendência de crescimento continue. O Plano Decenal de Expansão de Energia da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), por exemplo, indica que, de 2016 a 2026, o Brasil deve crescer 140% na capacidade instalada para energia eólica, com previsão de 28,5 GW em 2026, enquanto a solar deve atingir 9,6 GW. Isso sem contar a geração distribuída, ou seja, o consumidor brasileiro pode gerar a própria energia a partir de fontes renováveis e fornecer o excedente para a rede de distribuição elétrica de sua localidade.

 

 

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